“Que a força do medo que tenho
não me impeça de ver o que anseio”
Oswaldo Montenegro


Escolho fazer por me compensar do tempo que perdi a amar tudo mais que a mim. E escolho ver o que gosto e mudar o que não gosto, para que seja em mim que encontro o melhor.

Que se lixe o tempo que perdi, e que o dê por ganho, na forma como no final de contas me escolho a mim.

Que se lixe o que doeu, que não fiquei mais forte, que não era preciso. Que se danem as lágrimas e o engolir a seco. Para o cacete com as teorias, as esperanças, as estratégias e as histórias. Tudo o que era mais importante esteve demasiado tempo de lado.

É um caminho diário mas chegou a hora de perceber que o verbo "ser" tem em primeiro lugar o "Eu".

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